quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Os anti-semitas têm razão?

Nos dias actuais, condena-se o anti-semitismo porque é considerado uma espécie de racismo, dos mais virulentos que possa haver. Mas quem foram e quem são os semitas? Há alguma ideia disso por parte dos puritanos do pensamento politicamente correcto? Evidentemente que não! Não sabem quem foram nem quem são os semitas, confundindo a todo o instante, os semitas com outros povos aparentados. Os semitas originais já não existem, e os ramos subsequentes que deles derivam estão já muito mesclados com outras raças. Até os próprios judeus que sempre se consideraram uma estirpe à parte, recusando-se durante séculos misturarem-se com outras raças, nada têm dos originais semitas. Segundo os ensinamentos ocultos, aquando da grande destruição da atlântida, Vaivasvata o guia espiritual desse povo conduziu os sobreviventes ao deserto de gobi (actual mongólia), para formar a próxima raça do quinto continente. Uma das condições que Vaivasvata impôs aos seus seguidores foi a de que não se misturassem com os povos atrasados que encontrassem pelo caminho. Alguns acataram essa recomendação, outros não, e fixaram-se nessas terras, misturando-se com a população, casando e tendo filhos. Desses relacionamentos é que surgiram os judeus actuais, já degenerados. Portanto, aquela velhinha teoria de que os judeus são a raça eleita de deus, não passou de uma patranha que ainda nos dias de hoje se faz sentir. Quanto aos semitas originais, esses já não existem há milénios, eram a 5ª raça-raíz da atlântida.
O anti-semitismo é visto como a crítica do judaísmo, dos judeus e das suas políticas, do seu papel na sociedade e das suas relações com outros povos. A crítica aos judeus, explícita ou implícita, é proibida. Mas a grande verdade é que os judeus actuais de semitas, têm muito pouco. O que não deixa de ser um facto que merece toda a correcção possível. Provavelmente, são mais semitas os árabes, os berberes e os parses do que os judeus. Mas mais uma vez, como elemento falsificador da história, e também para confundir os espíritos, chama-se semita a quem não o é, simplesmente para justificar e legitimar mentiras históricas. Ninguém pode negar que mais de metade do mundo está na mão de judeus e de interesses sionistas se preferirmos. E nada mais falso do que chamar-lhes semitas.

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