sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O nacionalismo e a tradição

Escrever algo que seja nos dias actuais que possa ser lido por um número considerável de pessoas tornou-se um exercício de puro delírio.
A própria palavra acima utilizada, "actuais", resume bem esta questão. Segundo os cânones do (des)acordo ortográfico, passa a palavra a escrever-se "atuais". Ora, hoje fica sem o c amanhã serão eliminadas as restantes letras...
Todos os grandes pensadores e orientadores da área nacionalista, como de Maistre, Bonald, Ficht, Hegel, Dubois, Évola e tantos outros, considerados intolerantes pelo "establishment intelectual", tinham de uma forma ou de outra conhecimentos das antigas tradições. Estas antigas tradições estão hoje bem longe de serem do conhecimento geral. Vivemos numa mentira. Vivemos numa mentira em que se define o presente com a perspectiva assustadora do futuro e da consequente morte. Para a mentira continuar a funcionar, as "verdades" dos conhecedores das antigas tradições não podem ser divulgadas, nem sequer indagadas ao de leve. mas o problema não se resume exclusivamente ao conhecimento ou desconhecimento das antigas tradições. A questão em si é muito complexa, e não deriva apenas de um desconhecimento mais ou menos generalizado da história e de tudo o que a reflecte. De minha parte, o estudo continuará, com o de que melhor possa haver na área nacionalista, nacional e internacional.

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