sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O politicamente correcto Vs. o politicamente incorrecto

De há alguns anos a esta parte, não se pode dizer nada contra os protegidos dos complexos político-financeiro e sócio-industrial, e muito menos contra as minorias protegidas, os exilados, os emigrantes, os muçulmanos e todos os povos do 3º mundo em geral. Esta proibição advém das universidades americanas controladas pelos sionistas, e depressa estas ideias se espalharam pela europa, sobretudo nos corredores da união europeia em Bruxelas.
Toda esta instrumentalização visa apenas proteger os que actuam nos complexos acima citados, pretendendo-se por outro lado, acabar com as críticas aos protegidos, pois dessa forma protege-se os promotores e os seus empregos dourados. Tal coisa também acontecia no auge do comunismo, também aí não se podia criticar o sistema e os seus agentes. Todos aqueles que se atrevam a desafiar o politicamente correcto não serão presos, mas poderão perder os seus empregos ou sofrer retaliações a nível profissional. Estarão ainda sujeitos a serem considerados racistas, preconceituosos, xenófobos ou fascistas se as críticas incidirem sobre minorias ou emigrantes. Mas o politicamente correcto está a começar a perder força. Não só pelo facto do contexto social estar prestes a explodir, como também pelo facto de as pessoas começarem a acordar do estado de sonambulismo em que estão mergulhadas. Isto ganha ainda mais força em função de reacções mais ou menos estereotipadas, como sejam as típicas acusações de racismo, xenofobia e discriminação por parte daqueles cujos argumentos são insuficientes para contrariar outros campos de visão que não o deles. É o pronto a pensar e a conclusão fácil, quando se pretende acabar imediatamente com o democrático debate de ideias. As elites globalistas e politicamente correctas, são muito tolerantes em relação a tudo o que seja estrangeiro, sejam elas pessoas de bem ou criminosos, e por sua vez muito intolerantes em relação aos povos europeus que se manifestam contrários a este estado de coisas, prejudicando-os com um massacre de impostos, esfolando-os até aos ossos, para dar aos coitadinhos do costume. O que faz com que os povos fiquem fartos do politicamente correcto, reagindo, e transformando-se em politicamente incorrectos, o que muito incomoda as elites político-financeiras.
O sistema começa a implodir, não será possível por muito mais tempo emigrantes e exilados à custa do estado e em desfavor do povo, e a machadada final virá dos partidos de esquerda que para além das suas limitações ideológicas, começarão a perder eleitores e militantes massivamente, descontentes com as incongruências do politicamente correcto. A própria temática do multiculturalismo começa a fazer mossa, e como os partidos de esquerda não estão em condições de se ajustarem, o tronco partirá pela base, será um trambolhão enorme.
Resumidamente, chegamos à conclusão que a actual elite político-financeira não tem respostas nem para a crise económica nem para o vindouro desmoronamento do seu sistema complexo sócio-industrial e do politicamente correcto que lhe deveria servir de couraça. Assim sendo não é de admirar o frenesim e a preocupação crescente das elites. A sua legitimidade começa a ser posta em causa um pouco por todo o lado. E isto é só o início!!

Sem comentários:

Enviar um comentário