quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A frenética ripública Portuguesa

Aguardam-se a todo o momento notícias inconclusivas sobre o destino do nosso país. Os "avaliadores" é que detêm o poder, fazem as regras e ditam as leis, o que faz com que as nossas instituições democráticas funcionem na perfeição, melhor do que na Noruega!
Àparte isso na parolândia arde tudo, desde o tremoço ao eucalipto, do armazém agrícola ao animal. O que "eles" querem é que arda tudo, para acelarar o projecto de desertificação, ou despovoamento segundo os novos cânones. " Eles" querem que as pessoas se chateiem e se vão embora das suas terras. E não se ficam por aqui, "eles" querem igualmente que as pessoas começem a fechar as suas empresas, até ao ponto em que feche tudo e deixe de haver receitas. O facto é que a emigração portuguesa no século XXI está ao nível dos anos 60 do século XX. Os que ficam vão-se entediando com os euromercenários e também com os semi-deuses cá do burgo. LFC na facção dos 600 milhões e PC na dos invictos, são dois semi-deuses com lugar garantido no olimpo, muito mais o segundo porque já muito rodado, mas o primeiro seguir-lhe-á os passos. E depois a dupla "Richo Muon 7", no Al-Rid Madre, lá para os lados de "Berti Sanbeú Agano". E convém não esquecer os " hooligans" de " botar faladura", com muita processualidade, democracia e estado de direito como é da praxe. Isto sim é que nos enche o ego, esse maldito ego, causa e causador de muitos males morais e físicos. Se as pessoas soubessem o que é o ego, nunca o alimentariam da forma como o fazem.
Marcas, estatutos, posses e o inevitável politicamente correcto definem a sociedade actual que insiste em dizer que vive no século XXI e que é muito avançada, mais avançada do que qualquer civilização em qualquer época. Que fantochada!! Preferimos abdicar de sermos nós próprios, para passarmos a vida como macaquinhos de imitação, sempre a imitar os ídolos, os vizinhos, os conhecidos ou quem quer que seja. Age-se desta forma porque não há consciência daquilo que se vai passando por detrás do veú, mas assim agindo estamos a preparar o terreno para a besta que se aproxima a passos largos. O trono já está pronto.

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