terça-feira, 29 de junho de 2010

Torcionocratas e bananas da frolésia

Era uma vez, um reino longínquo no espaço e no tempo, em que os dias eram o dobro dos terrestres e o dia de trabalho propriamente dito, era o triplo ou quádruplo dos nossos aqui na terra. Frolésia, assim se chamava esse mundo, planeta de média dimensão, um pouco maior do que a terra, que orbitava os eu respectivo sol, dramasís, da galáxia de matéria escura, vorponadri, na constelação de Drakis Dravadran ( não visível aos nossos sentidos por ser de matéria escura). Nesse planeta, frolésia, imperava um fascismo económico e um torcionaismo fiscal favorecido por décadas de propaganda democrata, de direitos humanos (falsos) e tretologia associada.
Deslocados no tempo e no espaço em relação à frolésia, também o nosso planeta se debate com esse problema na actualidade. No mundo ocidental, Portugal é a imagem perfeita dessa situação. Impera aqui um fascismo económico a todos os níveis, apoiado e suportado por uma máfia torcionária que também ela usa a propaganda massiva para conseguir este estado de coisas. Mas não só! Aqui no nosso caso, vai-se mais longe. Estupidifica-se as massas, a imbecilização geral segue dentro de momentos..., e aqui estamos nós no meio do bananal. A república das bananas está gradualmente a transformar-se num bananal monitorizada pelos cleptocratas e seus comparsas, os agentes infiltrados, que actuam como o fotão electrónico nos campos electromagnéticos, transportando as influências, os conluios e os interesses de um lado para outro. Mas não se ficam por aqui. O atraso de décadas que o país leva é condição suficiente para não haver volta a dar à situação. E para acabar com as dúvidas, também na frolésia surgiram uns salvadores, quais messias em tempos de antanho, os reis da demagogia e do circo amestrado, o Soncracaland, que aumentou os níveis de atraso para valores ainda maiores. A mediocridade intelectual, o politicamente correcto, o liberalismo exarcebado, a (anti)- democracia, a ditadura do pensamento único, o posicionamento ultra- materialista do homem ( contrariando as suas origens espirituais), e o terrível e falso slogan, só se vive uma vez, são tudo elementos e consequências do fascismo económico e do torcionarismo, sendo o bananal apenas o reflexo daqueles que não querem ver as coisas tal como são.
No caso da frolésia e de portugal a similitude não é obra do acaso.
Os combustíveis subiram novamente no passado fim de semana, está tudo bem, tornou-se banal e ninguém quer saber e também há campeonato do mundo e sabendo-se que o futebol é óptimo para desviar as atenções, nada melhor que umas sopradelas na vuvuzela. Um dia destes, na socratolândia, ainda vamos todos ter de andar de vuvuzela e de pífaro para espantar os nossos males e será vê-los a soprar como doidos enquanto os torcionocratas agitam o bananal.

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