quarta-feira, 2 de junho de 2010

Os reis da plupolândia

As manifestações de regozijo tão patentes em caracteres mais do que dúbios, são um sinal muito vivo e expressivo da decadência que se vai seguir no curto prazo. Os tempos de antena dos sectores da plupolândia e o seu balmoral resplandescente de humanismo, igualdades, liberdades, direito á diferença ( o que será a indiferença para essa gente...?),e por aí fora, são a machadada final, ou pelo menos a tentativa, nos costumes e nas tradições e em todo o saber ancestral que é o verdadeiro progresso. Afinal, como diriam os ateus materialistas, Deus estava enganado..., não, não estava, ele bem que nos avisou, os tempos estão aí, bem-vindos sejam à execrável república maçónica anti-cristã. Mas nem tudo está perdido, existe uma crença e um poder latente dentro de nós, que tem muito mais importância do que os padrões sociais lhe costumam atribuir. Antes de qualquer reacção, vem a acção, que deve clarificar e orientar os nossos pensamentos e decisões. Só quando houver uma visão conjunta do que está a acontecer é que a reacção será em conformidade,e deixaremos de dizer, não podemos fazer nada, ninguém se preocupa, esquece isso, é assim a vida... Mas essa visão acontecerá,pela boa via ou pela má via, e deswconfio que será mais pela má do que pela boa. Estamos numa época de transição em que haverá mudanças, e os plúpolos que desordenadamente querem casar, atasalhar, amar, emparelhar, como se não houvesse amanhã, perfeitamente cientes, embora inconscientemente, daquilo que os espera. É enorme a fogueira que essa gente ateou, e irão queimar-se e bem nela. Mas tristes deles que nem discernimento possuem para compreender ao de leve o que estão a fazer.
A plupolândia e a sua corja de bobos amestrados vêm reclamar direitos e reconhecimento, querem que eu e todos nós lhe passemos a clamar loas e hinos por gostarem de perversões, e querem ser taxados de modernos e progressistas por causa disso. Ele verão onde os levará esse modernismo deles.....

Sem comentários:

Enviar um comentário