quarta-feira, 10 de março de 2010

Democracia e não trabalho

Uma das grandes verdades acerca do sistema social português é que ele incentiva ao "não trabalho".
Por um lado, os salários quarto-mundistas pagos em portugal e , por outro lado, os bens essenciais, combustíveis e energias pagos a preços de primeiríssimo mundo.
Quando vemos pessoas que preferem ficar em casa a receber plebendas de todos nós em vez de ir trabalhar eu não deixo de concordar com isso(!?).
Entendamo-nos. Eu não estou a louvar isso, mas que as coisas estão feitas para que assim a conteça,isso estão! Não há como o negar! E os mais fracos de espírito são os primeiros a cair nessa esparrela. É precisamente isto que que a globalização quer. Uma massa mole de escravos obedientes, sem sentimentos, sem emoções, sem interesses, sem nada, em suma, uma civilização que não evolua e que começe a regredir, o que já começou a acontecer. Não é por acaso que no mundo ocidental todas as conquistas sociais feitas pelos povos ao longo de 100 e tal anos,começam por sua vez a ser perdidas em desfavor de uma nova ordem mundial que começa a traçar limites daquilo que não lhe diz minimamente respeito.
Que bela democracia esta do séc.XXI, prolongamento estrangulativo da do séc.XX.
Esta democracia para além de outros exemplos "sem dúvida muito edificantes", tem certas caracterísiticas que penso que podem resumir muito rapidamente o estado de espírito da nossa actual civilização. Esta coisa chamada democracia(???) permite que uns nada façam de proveitoso para si nem para os outros, enquanto estes mesmos outros têm de ser os escravos do sistema. À ditadura dos direitos e liberdades sobre os deveres,passando pela ditadura do politicamente correcto sobre a verdade, segue-se muito naturalmente, a ditadura da chantagem da crise sobre os verdadeiros direitos humanos.

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