Domingo, 20 de Dezembro de 2009

Portugal à beira da bancarrota

Segundo uma notícia de O Diabo Portugal encontra-se em situação de bancarrota iminente.

Mas o grande e decisivo facto, é que o nosso iluminado mais badalado pós-25 da silva não está preocupado.Não está,porque essa não é a missão dele,estar preocupado,e porque também sabe que não sairá do bolso dele nem dos amiguinhos o dinheiro para pagar as dívidas.Como sempre, os que trabalham e pagam impostos ficarão sem dinheiro e sem direitos,reféns que estão da torcionocracia em nome de uma ripública partidocrata em que a cleptocracia é lei.
O revisionismo histórico é comparado a algo imaginário e apenas servindo propósitos oposicionistas considerados retrógados e anti-progressistas.
O que eles não contavam era com uma reacção que está a pôr em perigo a sustentabilidade do sistema.Por todo o lado começa tudo a ser posto em causa,não passando disso por enquanto,e é neste frenesim que os torcionocratas mais se fazem notar,e o medo que os senhores do mundo têm que a verdade venha ao de cima faz com que mais do que nunca a torcionocracia se torne no elo reparador e aglutinador até à instauração da plutocracia final.

Os salários dos banqueiros Vs. o serviço público

Já começa a ser um lugar comum dizermos que neste país desgraçado, tudo gira em torno de uma pequena elite que a tudo e todos submete aos seus desígnios.
Não é que um dos jornais mais insuspeitos da nossa praça põe a nu os altos(íssimos) vencimentos dos senhores banqueiros.Ora,sejamos sérios,a receita é simples,o que eles vão na realidade discutir vai ser como manter as mordomias,e até eventualmente,aumentâ-las.E não diminuí-las ou taxá-las como por aí se fala.A receita simplifica-se ainda mais quando se sabe que o povo é que paga tudo isso e mais alguma coisa,paga taxas de juro altíssimas para os bancos continuarem a ter lucros milionários em tempos de crise.
No meio disto tudo,só posso lamentar que tenhamos uma comunicação social,que ainda por cima se diz de serviço público(!?),que continue a tratar as pessoas como atrasados mentais,distorcendo e descontextualizando as notícias a todo o momento.Nada disto é de admirar ( ou será?) porque a imprensa é propriedade de banqueiros e os banqueiros são os mais interessados que tudo continue como está.
O serviço público deles é alienar e delimitar rendimentos,seja pela via cleptocrata ou pela via torcionocrata,o que vai dar ao mesmo por caminhos diferentes.E por estes malabarismos democráticos,os mentores destes esquemas são pagos como se de deuses se tratassem.É esta a imagem que os mé(r)dias querem dar desta estirpe especial ao público em geral.
Mas o mais engraçado e disforme,a maior lata do mundo poderíamos assim dizer,é o banqueiro-mor vir para a TV e para os jornais admoestar o povo, batendo na tecla do endividamento e do inevitável aumento de impostos.É tão fácil dizer coisas destas,pois claro,esses aumentos potenciarão mais e mais dinheiro para os seus bolsos e potenciarão por outro lado uma descapitalização de empresas e pessoas que é o que se pretende.
Dá-me vontade de rir quando vejo a (des)comunicação social em bolandas,qual circo mal montado,a tentar fazer chegar as melhores imagens e os melhores momentos,cheios de cargas emotivas contraditórias.
Este serviço público é o abastardamento do género humano transformando-o progressivamente num autómato,sem alma,onde a credulidade e o cepticismo se confundem e são considerados as únicas realidades possíveis.