quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Paródia mundial

O anti- rei vai chegando e os escravos da democracia desejosos do seu naco de carne com ranço à mistura,pulam de alegria e vaidade por tão distinto encontro.Nada mudou,apenas muda o cenário e alguns personagens, quanto ao resto,a mesma pandologia de sempre.
E é vê-los muito zelosos do bem estar das populações(?)!!,nada preocupados com os efeitos colaterais da ignorância colectiva,sempre em bicos de pés perante os seus amos,dispostos a tudo para entrarem para os mais altos lugares da plutocracia.Quanto ao povinho?
Malhem-lhes com cimeiras do ambiente,com gripes As e respectivas vacinadas criadas do dia para a noite e com patente oficial antes do aparecimento oficial da pandemia( mas isto não é para se saber,se alguém souber,diz-se que é mentira...),juntem-lhes guerras injustas pelo controlo do petróleo,derrocada do dólar para provocar o grande crash bolsista,seguido da instalação do governo único mundial,com uma única religião,um único sistema económico,em que seremos escravos para o futuro das idades.

De paródia não tem nada evidentemente,paródia aqui é mais um meio termo,que amplifica ou pelo menos tem essa intenção, de provocar uma amplificação do grau de entendimento do que se está a passar.O homem actual passou demasiado tempo agarrado ao materialismo.O paradigma precisa de ser alterado,enquanto isso não acontecer,nada mudará.

O anti-rei passou,como a noite gélida sem rosto,e os escravos acenaram
sem saber muito bem a quem.E então,dos escombros silenciosos erguem-se moinhos de ferro,e selváticas malfeituras que a todos fazem ranger os dentes.

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