terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A palavra-um mau transmissor de ideias e verdades

A história existe muito antes de ter havido qualquer escritor digno de relatar factos e ocorrências,não sendo até de excluir pensar-se que o homem enquanto contemporâneo de evos e evos de evoluções,o que quer dizer muito justamente,que a história é muito mais antiga do que afirma a história oficial.Bem sei que isto dito assim e sem provas é muito rebuscado,é a mítica teoria conspirativa,mas o grande facto é que não é preciso ser-se um expert para se chegar à conclusão do óbvio,que é a história ser muito mais antiga do que usualmente se supõe.
Mil milhões de anos de evolução microbiana para se chegar aos primeiros organismos celulares e somente alguns milhares de anos para se chegar aos vanguardistas do reino animal seria e é,uma coisa altamente improvável.E o grande erro aqui não advém simplesmente de uma teorização certa(parcialmente...) em termos científicos e menos certa em termos metafísicos.O grande problema da humanidade é ontológico,donde o grande teorema incompreendido da criação em seis dias,significando cada dia desses um valor completamente diferente para a intuição humana,e digo bem,intuição,é mesmo disso que se trata, está para além da generalidade daquilo que a humanidade tão moderna dos nossos dias está disposta a compreender.
A humanidade hoje demitiu-se de pensar por si própria,delega esses poderes para outros que daí vão retirando vantagens,e centrando-se num estilo conformista-consumista vão-se tornando bestas (desculpem esta palavra) , em que o sentido de si próprias e dos outros se torna mero objecto de circunstância.Tudo corrompido e desvirtuado pela ambiguidade da palavra.
Os grandes mestres do passado sabiam perfeitamente da natureza ambígua da palavra e por isso mesmo já naquelas épocas diziam: tudo o que merece ser ouvido não pode ser dito por palavras...

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