terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Henry Ford e a parte escondida do iceberg

Henry Ford e anti-semitismo.

Fortemente anti-semita e furioso por descobrir que a sua empresa poderia ser afectada pelo que ele considera indigno das forças políticas,ele não hesita em acusar os judeus de terem desncadeado a 1ª guerra mundial.Numerosos são os movimentos americanos que aproveitam as suas teorias anti-semitas para criarem um ódio latente.O seu anti-semitismo exprime-se igualmente nas suas memórias.No capítulo XVII de my live and work,Ford exprime-se sobre os judeus americanos: «o nosso trabalho não pretende ter a última palavra sobre os judeus na américa.[...] Se os judeus são tão bem comportados como dizem,fariam melhor tornarem-se judeus americanos do que construir uma américa judaica».
Justificando-se em relação a este aspecto,ele explica no seu livro o judeu internacional,que para ele o anti-semitismo não é mais do que o fiel da balança,o anti-goyismo da comunidade judaica.
Henry Ford publicou uma obra e
m quatro volumes,the international jew,que reúne uma série artigos escritos no jornal the Dearborn independent.




Em diversas passagens destes quatro volumes os judeus são apresentados como «germes» que devem ser «extirpados».Adolf Hitler e seus colaboradores usaram esta terminologia para justificarem os seus crimes.Ford inspirou-se nos protocolos dos sábios de sião,uma obra «terrivelmente verdadeira para ser uma ficção,muito profunda nos seus conhecimentos directos sobre os jogos e interesses secretos da vida para ser considerada uma falsificação»,citada e comentada abundantemente,como prova última e irrefutável da conspiração judaica para dominar o mundo[...]o tema da cumplicidade entre o judaísmo-bolchevismo e a finança capitalista judaica,uma conspiração para impôr ao planeta um único governo mundial judeu é abundantemente tomado pelo nazismo.Segundo o mesmo Ford,a emigração massiva de judeus oriundos dos países do leste europeu para a américa nada tem a ver com perseguições ou persecuções.Os pogroms não passam de propaganda,não passando essa emigração de uma verdadeira invasão.Instalando-se posteriormente nas artes americanas «uma sensualidade oriental»,suja e indecente,«instalando um veneno moral insidioso».A contribuição de Ford á propagação do anti-semitismo não se limitou à literatura.Trabalhou arduamente para construir uma comunidade.De início,reúnem à volta do Dearborn independent,constituindo estes homems uma força importante na evolução americana do anti-semitismo,incluindo um grande número de proto-fascistas.
Henry Ford tornou-se na maior vaga de fundo do nazismo no estrangeiro,tendo sido condecorado pelo governo alemão no início dos anos 30.


















Esta condecoração a Ford originou muita polémica na américa,e terminou com uma troca de notas diplomáticas entre os estados unidos e a alemanha.
Ford ia dizendo que esta polémica não tinha razão de ser ,pois,ao ter aceite a medalha do regime alemão,não fez dele um adepto do regime nazi.Ford vai clamando que não gosta de governos militaristas,mas tira proveito da 2ª guerra mundial,alimentando o indústria de guerra dos dois campos:produz,via as suas filiais alemãs,veículos para o exército alemão e também para o americano.Ford participa do esforço de guerra alemão,com a opel filial da general motors.Sucursais de Ford implantadas na alemanha solicitam reparações pelos bombardeamentos sofridos.Um milhão de dólares americanos recebeu Ford do governo americano pelos danos causados numa fábrica sua em colónia.Ford também recebeu do governo Françês 38 milhões de francos pelo bombardeamento da sua fábrica em Poissy.
















Próxima etapa dos estados unidos:desmorenamento monetário,com guerra civil à bica,desintegração do sistema económico e financeiro para chegar à fase final,de um novo império dirigido pela "elite" e do estabelecimento final da nova ordem mundial.


Tradução feita do site www.lepouvoir mondial.com

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