sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Esquerda e Direita - optimismo e pessimismo

O homem de esquerda é um optimista triste. Optimista apenas pelas suas utopias e incoerências e triste pela constatação da impossibilidade de atingir essas utopias.
O homem de direita - o verdadeiro - é um pessimista alegre. Pessimista porque sabe que a natureza humana tem de ser permanentemente corrigida, e que o paraíso na terra não existe. Alegre porque se sente contente de estar onde está, de fazer parte de uma linhagem e de uma comunidade e de sobrepor-se às suas imperfeições.

Ser conservador (a verdadeira direita) é reconhecer uma ordem natural das coisas que nenhum homem pode mudar sem causar grandes desordens, fatais à sociedade e a ele próprio. 
Ser esquerdista é considerar que a ordem natural das coisas é artificial (uma convenção cultural obsoleta!) e pode ser modificada segundo os desejos de cada um. Afirmam que o mundo está sempre em mudança, construindo uma filosofia do devir que prefigura desde logo o nominalismo: a ordem nada tem a ver com a natureza, sendo puramente contingente. 
A herança nominalista semeia a dúvida sobre a capacidade da inteligência humana entender o "ser das coisas", para além de confundir a estrutura ontológica do real.
Inexistente ou impenetrável, privada de consistência ontológica, a natureza humana para os modernos (de esquerda) deixou de ser um princípio de determinação ética.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Emigração e acolhimento, as fraudes esquerdistas

Não deixa de ser curioso notar que nos dias actuais os partidos ou posições ideológicas que mais defendem a emigração e as leis de acolhimento, tiveram num passado não muito distante posições bem contrárias. Dizia há cerca de 35 anos atrás o comunista Georges Marchais: 
      
      «Tendo em conta a presença em França de quatro milhões e meio de emigrantes e dos membros da sua família, a contínua chegada de povos estrangeiros a França coloca graves problemas. Atingiu-se o nível máximo de alerta. É preciso parar a emigração sob pena de lançar novos trabalhadores para o desemprego. Os emigrantes estão entalados nos guetos, famílias com tradições, línguas e maneiras de viver diferentes. Isto torna difícil a sua relação com os franceses. E a crise do alojamento agrava-se.»
     Outros tempos, outras prioridades. Um discurso destes é hoje classificado de "extrema-direita".
Mas muito antes de Marchais, os esquerdistas Jean Jaurés e Léon Blum justificavam a aventura colonial da 3ª república francesa afirmando:

       «O dever das raças superiores é de controlar e governar as raças que não estão no mesmo grau de civilização e cultura».
     Esta afirmação seria nos dias de hoje classificada incessantemente de racista, até caírem os dentes.
Por aqui se vê caros leitores, o engano, a perfídia, a fraude e a pouca vergonha que acompanham as ideologias políticas dos nossos dias.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ai democracia, o que te fizeram

Democracia, palavra tão mal tratada e fatalmente desconstruída
serves para todo o pano e és pau para toda a obra
ninguém sabe quem tu és, mas também ninguém se importa
do ter ao ser, o caminho é o mesmo do não crer
violentas-te a toda a hora, ardes sem combustão e sem fogueira
com fantasmas te espantam e com loas te fazem remexer.


Democracia que jogas às escondidas
enganas as vistas do teu povo
com mentiras e atitudes bandidas
Democracia porque foges?
agora preciso, e tu por onde andas?

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Ai democracia, democracia

Democracia a quanto obrigas, que vergonhas te permites, que falsidades tu admites...
O randau atravessa a praça, multidão galopante se debruça, farinhosices e parvajolas...
Estonteante é o termo, no fim é o princípio, o princípio já não subsiste...
Triste fado dos panteáveis, conspurcado pela ignorância, elevada a espertança...
Democracia para onde caminhas, na névoa formada, dos heroís dos passados. 
Caminho sem tréguas, inigualáveis sentimentos e atitudes, esperança fundida das verdades incertas. 

quarta-feira, 2 de março de 2016

O "Ocultismo Bancário"

«Com o actual sistema bancário os banqueiros podem, com os seus cheques, proporcionar «poder de compra» aos seus concidadãos e, logo de seguida, tirar-lho de novo, num momento em que mais necessidade tem dele. A inundação súbita de um mercado com «dinheiro abstracto» - uma autêntica inflação - faz subir os preços e desperta o interesse geral em aumentar a produção. Os mercados ficam abarrotados de todas as classes de produtos e , em consequência, é necessário muito dinheiro para distribuí-los a seguir (é importante ter sempre presente que a única função do dinheiro é distribuir bens e serviços). Em tais circunstâncias, a retirada repentina de dinheiro provoca necessariamente uma queda geral dos preços e , ao mesmo tempo, uma onda de bancarrotas..., e depois disso, o desemprego e a fome.»



A Finança e o Poder - Joaquín Bochaca

sábado, 27 de fevereiro de 2016

E porque não três mães?

«Jesus Cristo tinha dois pais». E porque não teria, segundo essa ordem de pensamento, três mães?
Isto não é um partido, é antes um "bando de malfeitores" legalizados por uma coisa que se diz chamar "democracia". A realidade efectiva biológica do homem não agrada a estes "hervoeiros", que passam a construir realidades alternativas, partindo de pressupostos impostos à força, contra a moral e contra a razão.

Que é contra-natura o "hervoeirismo" já todos sabemos, mas o pior é a tentativa de imposição do "hervoeirismo" como virtude pública (???). E a sua negação ou crítica vir a ser no futuro alvo de sanções penais.

Cumprem-se na perfeição as profecias apontadas a esta provecta terra, basta ver o tipo de gente que assaltou os corredores do poder. Caminhamos indefectivelmente para a redução drástica da população mundial, coisinha tão do agrado da plutocracia e dos maçonismos pantocráticos.

Só posso dizer, para terminar, cambada de burrinhos estes, e atrasados mentais, que fazem o joguinho dos que mandam no mundo pensando que servem (?) a humanidade e os povos em geral.
Estes atrasados mentais pagarão um dia pelas atrocidades que estão a cometer. Quando o povinho acordar e saltar a tampa...